Ela o conhecera ainda menino, de seus doze anos, magrinho, baixinho, uma criança... Pensava consigo mesma que quando crescesse se tornaria um belo rapaz...
Ele a admirava desde criança, já sonhava com seu rebolado, seu cheiro de mulher, seu belo corpo maduro...
Se olhavam agora timidamente, enquanto tomavam cerveja em mesas distantes do bar...
Com o avançar das horas, o recinto esvaziou. Ele tomou um longo gole de sua bebida e se aproximou da mesa dela...
Conversaram animadamente, ela encantada com a beleza e o vigor masculino que emanava daquele menino, agora no auge dos seus dezoito anos, um belíssimo rapaz... Ele achava que o avançar da idade dela só tinha aprimorado sua beleza e feminilidade...
O bar fechou, mas eles queriam continuar a conversa... Pagaram umas cervejas em lata e sentaram na penumbra do bar fechado...
Conversa vai, conversa vem ele começou a cortejá-la, deixando-a sem graça e ao mesmo tempo excitada...
Ela se achava muito velha para ele e para tentar afastá-lo disse que achava quase pedofilia receber gracejos de um rapaz tão novo...
ão se dando por vencido, ele lançou um sorriso maroto, sorriso esse que incendiava o coração dela, e deu-lhe um beijo no rosto, roçando a barba por fazer no pescoço dela enquanto sussurrava em seu ouvido: - Pode ser quase, mas não é... Se beijaram e ela não conseguiu mais resistir...
As mãos dele percorriam o corpo dela numa ânsia juvenil desejando explorar cada centímetro daquela mulher que a muito morava em seus sonhos...
Abriu alguns botões da camisa dela, beijou-lhe o colo enquanto tirava um dos seios de dentro do sutiã, ela acariciava sua nuca, suspirando de desejo, totalmente entregue ao prazer que ele lhe proporcionava...
Os dois levantaram e foram para um canto ainda mais escuro do bar fechado...
Ela tirou a camisa dele e beijou-lhe a barriga, acariciando e beijando todo o tórax dele, fazendo-o tremer de tesão... Ele a levantou, encostou na parede, abriu completamente sua camisa e beijou-le os seios ardentemente mordiscando os biquinhos, enquanto suas mãos percorriam o corpo dela, apertavam-lhe as nádegas macias e rígidas... Arrancou-lhe a calcinha e antes que ela pudesse protestar, a penetrou com vigor e delicadeza.
Ele a pegou no colo, ainda encaixado nela e a deitou em cima da mesa de bilhar, amando-a alí.
Depois da primeira gozada, ele a virou e a penetrou mais uma vez... e outra... e outra... Até que seus corpos cairam exaustos sobre a mesa e bilhar... Se vestiram ainda cheios de carinho e desejo um pelo outro e se deixaram ficar ali, abraçados, até o dia raiar.